VÍDEOS DO GRÃO MESTRE ITAGIBA VITORIO

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Doutor Honóris Causa em Educação e Artes Marciais o Grão Mestre Itagiba Vitorio é brasileiro, natural de Santana do Livramento/ RS, filho de Vitório Vieira Dias e Terezinha da Silva Dias, nasceu no ano de 1965. Mestre de Taekwondo e Hapkido, Profissional de Educação Física, Jornalista Profissional, Bacharel em Filosofia Organizacional e Policial Militar inativo Brigada Militar). Iniciou a Pratica nas artes marciais em 1982 Na cidade de Passo de Los Libres-Argentina. Formou-se Faixa Preta em 1988. No ano de 1999 e 2000 foi um dos fundadores da WSHF (World Sports Hapkido Federation) juntamente com Grão Mestre Kang, criando em 2001 a Federação Rio Grandense de Hapkido. O Mestre Itagiba Vitorio no ano de 1995 deu inicio ao Projeto Taekwondo Educar no Ginásio Nenezão na cidade de Sapiranga e no ano de 2000 começou o Projeto Hapkido Educar na Escola Frederico Linck na cidade de Guaíba.

domingo, 8 de dezembro de 2013

A EXPERIÊNCIA OBSERVANDO AS PROVAS DE ATLETISMO / La experiencia observando las pruebas de atletismo


Com seu cronometro na mão, Pinheiro marca
o tempo dos atletas nas corridas de pista
Trabalhando no credenciamento no setor de confirmação de provas do 20º Mundial de Atletismo Master e, nos tempos vagos, com o seu cronometro na mão observando e aferindo o tempo dos atletas nas competições de pista no CETE (Centro Estadual de Treinamento Esportivo). Assim é a rotina do professor de Educação Física Carlos Pinheiro, 61 anos, durante o Mundial. Técnico de atletismo há trinta e sete anos, ele possui uma vasta experiência na formação de campeões. Passando pelos clubes Aimoré de São Leopoldo, a extinta Associação Comunitária Sul Brasileiro, ACDUFRGS e hoje trabalhando no CETE, Pinheiro já treinou atletas destaques de nível brasileiro e internacional, entre os quais estão: Euclides Fajardo dos 5, 10 mil e rústica, Lucia Grews e Maria Alice Levien recordista brasileira dos 100 metros rasos.

Por ele também passaram os arremessadores de peso Fernando Giongo (já falecido) e Luciano Bet, os quais fizeram parte da equipe da Coca-Cola juntamente com os atletas Joaquim Cruz e Zequinha Barbosa. Mas, dentre todos estes quem se destacou foi Monica Rusch, descoberta nos JERGS (Jogos Estaduais do Rio Grande do Jul). Monica sagrou-se campeã brasileira e sul americana no Heptatlo. Para o observador Pinheiro as primeiras colocações em cada modalidade do 20º Mundial de Atletismo Master são muito fortes, até porque têm atletas nas faixas dos 35 e 40 anos correndo como adulto. “O Atletismo Master tinha que ser acima dos quarenta anos, abaixo dessas idades tem gente participando de provas com um tempo surpreendente”, afirma o professor. 
A esquerda de Amarelo e boné preto, Pinheiro afere a marca dos 1500 metros

Pinheiro acredita que o mais importante nas competições Master, tanto de atletismo, quanto de natação, é a participação, integração e a sociabilização entre os atletas, até porque a maioria participa sem vínculos com clubes e entidades. Muitos nunca tiveram chance de participar de competições no juvenil e adulto, e o Master dá essa oportunidade. Os brasileiros ainda têm muito que aprender para participar destes eventos de atletismo, nosso povo ainda não tem essa cultura, além disso, são quatorze categorias e vinte e uma provas, é um evento muito complexo que exige um quadro muito grande de árbitros qualificados, materiais de apoio e voluntariado”, relata o experiente e ex-organizador dos JERGS.

O professor acredita que temos de aprender com os erros e acertos de um evento como esse, para que no futuro, possamos fazer melhores ainda. A festa é bonita, mas temos de fazer avaliações, legados bons vão ficar e um destes legados é a maravilhosa pista de atletismo do CETE”, encerra Pinheiro.

Texto: Itagiba Vitorio MTB 15079, Jornalista Voluntário do WMA 2013
Fotos: Andrea Francis MTB 12010




La experiencia observando
las pruebas de atletismo


Trabajando en la acreditación del sector de confirmación de pruebas del 20º Mundial de Atletismo Master, en el tiempo libre con su cronometro en la mano, observa y confire los tiempos de los atletas en las competiciones de pista en el CETE. Así es la rutina del profesor de Educación Física Carlos Pinheiro, 61, técnico de atletismo hace 37 años, con una gran experiencia en la formación de campeones.

Con trayectoria en el club Aimoré de la ciudad de São Leopoldo , la extinta Associação Comunitária Sul Brasileiro, ACDUFRGS, y hoy trabajando en el CETE, Pinheiro ya entrenó atletas destaques en los niveles nacionales e internacionales, entre los cuales tenemos Euclides Fajardo (de los 5000m, 10.000m), Lucia Grews y Maria Alice Levien, recordista brasileña de los 100m lisos. También pasaran los lanzadores de pesos Fernando Giongo, ya fallecido, y Luciano Bet, los cuales hicieron parte del equipo Coca-Cola, juntamente con los atletas Joaquim Cruz y Zequinha Barbosa. Pero entre todos, quien más se destacó fue Monica Rusch, descubierta en los Juegos Estaduales de Rio Grande do Sul (JERGS), donde fue campeona brasileña y sudamericana en el Heptatlón.

Para el observador Pinheiro, los primeros puestos en cada modalidad del 20º Mundial de Atletismo Master son muy fuertes, puesto que hay atletas en la franja de edad de los 35 hasta 40 años corriendo como la categoría adulta. “El Atletismo Master debería ser para gente con más de 40 años. Abajo de esa edad, hay gente participando de las pruebas con tiempos sorprendentes”, afirmo el profesor.

Pinheiro cree que lo más importante en las competiciones Master, no solo de atletismo pero también de natación, es la participación, integración y sociabilización entre los atletas, una vez que la mayoría participa sin ser miembro de clubes o entidades.
“Muchos nunca tuvieron la chance de participar de competiciones juveniles y adultas, y el Master ofrece esa oportunidad. Los brasileños todavía tienen mucho que aprender para participar de ese tipo de evento de atletismo, nuestra gente aún no tiene esa cultura y, además, son 14 categorías y 21 pruebas. Es un evento muy complejo que exige un cuadro muy grande de árbitros calificados, material de apoyo y voluntarios”, relató el experimentado y ex organizador de los JERGS.

El profesor cree que tenemos que aprender con los errores y aciertos de un evento como ese, para que, en el futuro, si pueda hacer eventos todavía mejores. “La fiesta es bonita, pero tenemos que hacer evaluaciones. Legados buenos quedan, y uno de estos legados es la maravillosa pista de atletismo del CETE”, finalizó Pinheiro.

Traducción: Soraya Bertoncello

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